Simulador Pericial
Ninguém treina perícia — aprende-se no processo de alguém
O perito que está começando aprende na nomeação de verdade, com prazo correndo e uma parte pronta para impugnar. E o veterano que entra numa matéria nova faz a mesma coisa. Aqui há um lugar para errar antes — e o erro fica num caso que não existe.
Um catálogo de temas, em 5 áreas
Contábil, trabalhista, engenharia e avaliação de imóveis, médica e previdenciária. Cada tema tem nível de dificuldade e versão judicial ou extrajudicial — e é a partir dele que o caso é montado.
E a separação não é promessa: é formato
Esta é a parte que decide se um simulador serve para alguma coisa dentro de um sistema que guarda processos de verdade.
O caso simulado não pode ser confundido com um processo porque ele nem sequer mora na mesma tabela: o número tem prefixo próprio, não vai ao DataJud e não entra em nenhuma das contas do escritório. É isolamento por formato, não por disciplina do usuário.
O caso vem inteiro
Partes, juízo, advogados, linha do tempo, documentos, quesitos do juízo e das partes — e um laudo modelo para comparar depois que você escrever o seu.
E o caso ensina o que a maioria dos cursos não ensina: o que pedir antes de começar.
Você escreve, e a devolutiva vem quesito a quesito
Depois de redigir o seu laudo, o simulador compara com o laudo modelo resposta por resposta — não uma nota geral. É a diferença entre saber que errou e saber onde.
O que o simulador não faz
- Não certifica ninguém. É treino, não curso com diploma — e a devolutiva é material de estudo, não parecer sobre a sua competência.
- Não usa casos reais. Nem os seus, nem os de terceiros: os autos são gerados fictícios, com nomes e números que não existem.
- Não vira processo com um clique. Não há "converter em processo real" — é justamente isso que garante o isolamento.
Ver funcionando na sua carteira
As capturas desta página são do sistema em uso, numa conta de demonstração com dados fictícios.