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Simulador Pericial

Ninguém treina perícia — aprende-se no processo de alguém

O perito que está começando aprende na nomeação de verdade, com prazo correndo e uma parte pronta para impugnar. E o veterano que entra numa matéria nova faz a mesma coisa. Aqui há um lugar para errar antes — e o erro fica num caso que não existe.

Um catálogo de temas, em 5 áreas

Contábil, trabalhista, engenharia e avaliação de imóveis, médica e previdenciária. Cada tema tem nível de dificuldade e versão judicial ou extrajudicial — e é a partir dele que o caso é montado.

Cabeçalho do Simulador Pericial informando temas em cinco áreas de perícia, com casos fictícios que trazem autos, quesitos e laudo modelo, e a nota de que nada ali vira processo real.
Cinco áreas, e a promessa impressa no cabeçalho: nada aqui vira processo real.
Área de insalubridade do catálogo de temas, com casos como ruído acima do limite de tolerância, agentes químicos com EPI questionável e laudo para evento extrajudicial de atividade, cada um com nível de dificuldade e o fundamento aplicável.
O tema já vem com o fundamento e o nível — não é gerador de texto solto.

E a separação não é promessa: é formato

Esta é a parte que decide se um simulador serve para alguma coisa dentro de um sistema que guarda processos de verdade.

Aviso "Treino sem risco: nada aqui é um processo de verdade", explicando que os casos simulados ficam numa base separada, recebem número no formato SIM-0001/2026 e não são consultados no DataJud nem entram na agenda, no painel ou na lista de processos.
Base separada, numeração própria, fora da agenda, fora do painel e fora da lista.

O caso simulado não pode ser confundido com um processo porque ele nem sequer mora na mesma tabela: o número tem prefixo próprio, não vai ao DataJud e não entra em nenhuma das contas do escritório. É isolamento por formato, não por disciplina do usuário.

O caso vem inteiro

Partes, juízo, advogados, linha do tempo, documentos, quesitos do juízo e das partes — e um laudo modelo para comparar depois que você escrever o seu.

Cartão de partes e juízo de um caso simulado de apuração de haveres: autor, ré, a vara empresarial fictícia e os escritórios de advocacia que representam cada lado.
Nomes, vara e escritórios são fictícios — e o caso continua exigindo as mesmas decisões técnicas.

E o caso ensina o que a maioria dos cursos não ensina: o que pedir antes de começar.

Lista "Documentação a exigir" de um caso de apuração de haveres, começando por verificar impedimento e suspeição antes de aceitar a nomeação e apresentar proposta de honorários em cinco dias, seguida do contrato social, atas de assembleia e balanços patrimoniais.
A lista começa antes da conta: impedimento, suspeição e o prazo do art. 465, § 2º.

Você escreve, e a devolutiva vem quesito a quesito

Depois de redigir o seu laudo, o simulador compara com o laudo modelo resposta por resposta — não uma nota geral. É a diferença entre saber que errou e saber onde.

O que o simulador não faz

  • Não certifica ninguém. É treino, não curso com diploma — e a devolutiva é material de estudo, não parecer sobre a sua competência.
  • Não usa casos reais. Nem os seus, nem os de terceiros: os autos são gerados fictícios, com nomes e números que não existem.
  • Não vira processo com um clique. Não há "converter em processo real" — é justamente isso que garante o isolamento.

Ver funcionando na sua carteira

As capturas desta página são do sistema em uso, numa conta de demonstração com dados fictícios.

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