Simulador Adversarial
Dois agentes atacam o seu laudo antes das partes
Todo laudo é lido por alguém pago para achar o defeito. A primeira vez que você ouve a crítica não deveria ser na petição da outra parte — deveria ser antes, quando ainda dá para reescrever o parágrafo.
Um ataca, o outro defende, e você lê os dois
O agente impugnador simula o assistente técnico da parte adversária. O agente defensor simula você. Nenhum dos dois puxa o seu saco — e é isso que faz o exercício valer.
Os pontos vêm classificados por natureza e por risco
Brecha conceitual, omissão documental, divergência matemática — cada um com risco alto, médio ou baixo, e filtráveis por jurídicas, técnicas ou matemáticas.
E cada ponto termina em uma instrução de reescrita
Não é crítica genérica: é o que fazer no texto.
Também na postura de assistente técnico
Você escolhe se está testando o seu laudo ou analisando o laudo de terceiro. A postura muda o que a ferramenta procura e como escreve a saída — no segundo caso, o que sai é matéria de impugnação.
O que o simulador adversarial não faz
- Não aprova nem reprova o laudo. Ele levanta pontos atacáveis; decidir o que reescrever é seu.
- Não confere cálculo. A "divergência matemática" que ele aponta é a que aparece no texto — a conferência de memória é das bancadas de cálculo.
- Não conhece os autos que você não deu. Omissão documental apontada pode ser documento que existe e não foi anexado — e ele diz isso como omissão, não como erro.
- Não substitui a leitura do assistente da parte. Simula o que ele faria; o que ele fará de fato continua sendo dele.
Ver funcionando na sua carteira
As capturas desta página são do sistema em uso, numa conta de demonstração com dados fictícios.