Servidor MCP
Seu Claude ou ChatGPT responde sobre os seus processos — e a conta vem do motor, não do palpite
Perguntar "quanto vale minha carteira?" a um modelo de linguagem devolve uma frase bem escrita e um número inventado. O que muda aqui é a origem da resposta: o assistente consulta o PeritOffice e devolve o que está no seu banco — e, quando a pergunta é de cálculo, quem calcula é a mesma bancada testada que você usaria à mão.
É o seu assistente falando com o seu sistema
Não é um chat novo para você aprender. É o Claude Desktop, o ChatGPT ou qualquer cliente que fale MCP — o Model Context Protocol, protocolo aberto que a Anthropic publicou e o mercado adotou — passando a enxergar os seus dados.
Você autoriza uma vez, no navegador, e pergunta no assistente de sempre.
Quem paga os tokens é a sua assinatura do assistente
Esta é a inversão que torna o recurso viável, e ela é dita na própria tela: nenhuma ferramenta daqui gasta a IA do PeritOffice. O modelo é o seu, a conta é a sua, o teto é o seu.
Na prática, o consumo de IA do seu plano não muda por usar o MCP — e você conversa à vontade.
Só leitura, e isso é uma promessa do servidor
As 31 ferramentas consultam; nenhuma cria, altera ou apaga. Não é uma instrução escrita num prompt pedindo bom comportamento ao modelo: é o que o servidor expõe, e ele não expõe mais nada.
📌 Cada ferramenta se declara como somente-leitura na porta de entrada (readOnlyHint), então o próprio cliente sabe disso antes de chamar.
As contas vêm das bancadas, não do modelo
É aqui que a diferença aparece no laudo. Quando você pergunta sobre revisional, FGTS, desapropriação ou haveres, o assistente não faz a conta: ele chama a bancada correspondente do PeritOffice, que aplica a mesma metodologia publicada e devolve o resultado.
São 25 bancadas alcançáveis, e a lista de índices e tabelas vigentes é uma delas — o assistente pergunta qual série do BACEN usar antes de calcular, em vez de escolher sozinho.
Autorização que você desfaz na hora
A conexão é por OAuth 2.1 com PKCE — o padrão que o seu banco usa. Você não copia token nem digita senha em lugar nenhum: o aplicativo abre esta conta no navegador, você aprova, e pronto.
Cada autorização vale 30 dias e se renova sozinha enquanto for usada. Na tela de Configurações › Servidor MCP você vê quais aplicativos estão conectados, quando cada um foi autorizado e quando usou pela última vez — e Desconectar corta o acesso na hora.
📌 Toda consulta fica registrada em Log de alterações, com o nome do aplicativo que perguntou. Não é o assistente que decide o que pode ver: é a autorização.
Dado pessoal sai borrado
O que trafega para o seu assistente passa pela mesma máscara que o resto do sistema usa na fronteira da IA: CPF, CNPJ, RG, e-mail, telefone, CEP, PIS, benefício e conta bancária saem como marcadores.
⚠️ O nome das partes continua legível, e isso é decisão, não descuido: sem ele você não saberia de qual processo o assistente está falando — e é você, o perito nomeado, quem está perguntando.
O que o Servidor MCP não faz
- Não escreve. Nada do que o assistente responder altera o seu banco. Para mudar dado, a tela do app.
- Não tem escopo mais fino que "leitura". A autorização é da conta inteira: ou o aplicativo lê seus processos, ou não lê nenhum. Não há como liberar só um processo.
- Não pede consentimento por processo. Decorre do item acima.
- Não gasta a IA do seu plano — e, por isso mesmo, não aparece no medidor de consumo do PeritOffice.
- Não substitui o app. O assistente responde sobre os dados; o laudo, os anexos e a entrega continuam sendo trabalho de tela.
Ver funcionando na sua carteira
As capturas desta página são do sistema em uso, numa conta de demonstração com dados fictícios.