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Modo Vistoria

Você vai ao local uma vez — e o subsolo não tem sinal

Subsolo de prédio, zona rural e elevador de obra não têm rede. E o perito costuma ir ao local uma vez só: a foto que não subiu é diligência perdida, e não há segunda chance de tirá-la. Por isso a captura aqui não depende de sinal — depende do aparelho.

A hora que vale é a da câmera, não a do upload

A foto tirada às 14h07 no subsolo pode subir às 19h, quando o celular reencontra a rede. Se o laudo registrar 19h, ele registra a hora em que houve sinal — não a hora da vistoria.

Cada peça guarda quando o aparelho registrou, separado de quando o arquivo entrou no processo. E guarda onde: latitude, longitude e o raio de precisão que o próprio GPS informou.

Lista de anexos do processo com duas fotos de vistoria nomeadas pela hora da captura, cada uma com a etiqueta "com GPS" que abre o mapa, a origem "Coletado em vistoria", a data e o tamanho.
A etiqueta "com GPS" é um link para o mapa no ponto exato — e a data mostrada é a da captura, não a do upload.

A câmera chama tudo de "image.jpg"

Vinte fotos de uma vistoria viram vinte linhas idênticas em qualquer lista de arquivos. Aqui o nome nasce da hora da capturavistoria-2026-08-18-14h07.jpg —, que é o que distingue uma foto de vistoria de outra quando você volta a elas três semanas depois.

A fila mora no aparelho, não na memória da aba

Cada foto e cada nota de voz entram numa fila gravada no armazenamento do próprio celular. Fechar a aba, o sistema matar o navegador para liberar memória ou o telefone reiniciar não apagam prova — quando o sinal volta, a fila sobe sozinha.

⚠️ E foto esperando sinal não tem botão de apagar. O descarte só aparece no que o servidor recusou. Enquanto a foto existe apenas no aparelho, ela é a única cópia que há no mundo, e um toque errado não pode ser o fim dela.

Seção de adicionar peças ao processo, com os botões de registrar foto da vistoria e gravar nota de voz, o seletor de grupo e a nota explicando que a foto sobe inteira e que sem sinal ela fica guardada no aparelho.
Os dois botões de campo ficam no topo da seção — e a nota de rodapé diz, antes do clique, o que vai e o que não vai junto.

Duas falhas, dois tratamentos

Insistir nem sempre ajuda, e o app distingue os dois casos:

  • o servidor respondeu recusando — extensão barrada, processo apagado: repetir daria o mesmo erro, então a peça fica marcada com o motivo e a fila segue para a próxima;
  • a rede faltou — a subida para inteira: ainda não há sinal, e continuar tentando só queima bateria num lugar onde não há tomada.

Nota de voz que não espera servidor

Ditar a observação em campo é mais rápido do que digitar de luva e capacete. A nota de voz entra como anexo do processo, com a mesma localização e a mesma hora da foto.

Ela não é transcrita na hora, e isso é escolha: transcrever exige servidor, e o lugar onde o ditado mais importa é justamente o subsolo sem sinal. Melhor uma nota de voz guardada do que um botão que falha em campo — a transcrição fica para quando houver rede.

O que o Modo Vistoria não faz

  • Não corrige coordenada ruim. Dado de GPS inválido é descartado e a peça entra sem localização, dizendo isso na tela. Coordenada errada apresentada como boa seria pior do que nenhuma — ela iria ao laudo com cara de fato.
  • Não aceita captura "do futuro". Relógio de celular erra, e uma hora de folga absorve fuso mal configurado; além disso, a hora é recusada em vez de ir para os autos como mentira.
  • Não é aplicativo de loja. Roda no navegador do seu celular, sem instalar nada — o que também significa que ele obedece às permissões que você der ao navegador.
  • Não transcreve em campo, nem escreve o laudo de vistoria por você. Ele garante que o material chegue inteiro, datado e localizado; o que se conclui dali é seu.

Ver funcionando na sua carteira

As capturas desta página são do sistema em uso, numa conta de demonstração com dados fictícios.

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