Assinatura Digital
Assinar o laudo sem sair do lugar onde ele foi feito
O laudo termina pronto e começa a peregrinação: exportar, abrir outro programa, achar o certificado, lembrar a senha, assinar, voltar. É o último passo de todo trabalho, e é o que menos evoluiu.
Um modal, dois arquivos e uma senha
O PDF a assinar, o certificado A1 e a senha. O motivo da assinatura já vem preenchido com "assinatura de laudo/parecer pericial", e você troca se quiser.
Repare no aviso sob o campo do certificado — “nunca fica salvo — usado só nesta operação” — e no rodapé. Um sistema que guardasse o seu A1 estaria guardando a sua identidade jurídica, e isso não é conveniência que valha o risco: o certificado sobe, assina e é descartado.
PAdES, que é o padrão que o processo eletrônico espera
A assinatura é embutida no PDF (PAdES), com validade jurídica ICP-Brasil. E há um lembrete prático no próprio modal: se o laudo estiver em .docx, exporte para PDF antes — assinar o arquivo errado é o tipo de erro que só aparece no protocolo.
O que a assinatura digital não faz
- Não emite certificado. O A1 é seu, comprado numa autoridade certificadora — o app usa, não fornece.
- Não guarda o certificado nem a senha. Cada assinatura pede os dois de novo, de propósito.
- Não trabalha com A3 em token ou cartão. O padrão suportado é o A1 em arquivo (.pfx/.p12).
- Não protocola. Assinar e protocolar são coisas diferentes; o PDF assinado volta para você levar ao sistema do tribunal.
Ver funcionando na sua carteira
As capturas desta página são do sistema em uso, numa conta de demonstração com dados fictícios.